SIMMMM! Finalmente.

Pois é meninas, a reforma finalmente começou. Mas, devido aos últimos acontecimentos, não conseguimos vir contar essa novidade antes. A turma aí de baixo chegou na segunda-feira passada, dois dias depois da partida da minha sogra e aceitamos começar a reforma naquele mesmo dia, primeiro porque esperamos pelo Sr. Nilson por 1 ano, depois porque queremos virar o Ano Novo, com as energias renovadas e porque era um desejo da minha sogra nos ver feliz.

Então vamos as fotos do "antes e durante".
Começamos lá por cima, no terraço, que nos causa as infiltrações na parte da sala de baixo e pelo antigo banheiro que se transformará na área de serviço. Bom, aqui já havíamos mostrado um pouquinho destes espaços, mas vou relembrar:

Aqui o antigo banheiro

E aqui, já sem o piso e ajulejos, que não conseguimmos aproveitar. Tinha um vasamento abaixo do piso e teríamos que fazer as novas instalações hidráulicas aqui, para o tanque e a máquina de lavar roupas.

Já compramos o piso novo e o azulejo, e a faixinha de pastilhas que mostro mais tarde. Dá para ver que tinha um vasamento, onde esta parte do contra-piso aparece mais escura - molhada mesmo.
Quebramos um pedaço da parede e iremos completar com tijolo de vidro. Esse corredor também receberá o mesmo piso da área de serviço, pra não ficar um carnaval de pisos. Escolhemos tudo branco, piso e azulejos. Cor apenas nas pastilhas.
Aqui, o antigo ajulejo. Manteremos, pelo menos a mesma cor na pastilha, em tons de verde e a parede receberá azulejo só até 1,60cm.

Olha ele aí, o Nilson é o da esquerda. Demorou, mais chegou né? Mas, vou dizer, toda e espera valerá a pena.
E agora, os dois ajudantes. Já com a mão na massa.
Aqui, o que sobrou do banheiro que já foi para doação.
Em seguida, trago as fotos do terraço.

Bjoo

Fácil de fazer!

Mais ideias para o Natal! Muito simples e o efeito é lindo!


Inspiração



Não é um sonho?

Bj

Partida e Chegada




Escrito por Victor Hugo (Espírito)

Quando observamos, na praia, um veleiro a afastar-se da costa, navegando mar a dentro, impelido pela brisa matinal, estamos diante de um espetáculo de beleza rara.
O barco, impulsionado pela força dos ventos, vai ganhando o mar azul e nos parece cada vez menor.
Não demora muito e só podemos contemplar um pequeno ponto branco na linha remota e indecisa, onde o mar e o céu se encontram.
Quem observa o veleiro sumir na linha do horizonte, certamente exclamará: "já se foi".
Terá sumido? Evaporado?
Não, certamente. Apenas o perdemos de vista.
O barco continua do mesmo tamanho e com a mesma capacidade que tinha quando estava próximo de nós.
Continua tão capaz quanto antes de levar ao porto de destino as cargas recebidas.
O veleiro não evaporou, apenas não o podemos mais ver.
Mas ele continua o mesmo.
“E talvez, no exato instante em que alguém diz: já se foi”, haverá outras vozes, mais além, a afirmar: "lá vem o veleiro".
Assim é a morte.
Quando o veleiro parte, levando a preciosa carga de um amor que nos foi caro, e o vemos sumir na linha que separa o visível do invisível dizemos: "já se foi".
Terá sumido? Evaporado?
Não, certamente. Apenas o perdemos de vista.
O ser que amamos continua o mesmo. Sua capacidade mental não se perdeu.
Suas conquistas seguem intactas, da mesma forma que quando estava ao nosso lado.
Conserva o mesmo afeto que nutria por nós. Nada se perde a não ser o corpo físico de que não mais necessita no outro lado.
“E é assim que, no mesmo instante em que dizemos: já se foi”, no mais além, outro alguém dirá feliz: "já está chegando".
Chegou ao destino levando consigo as aquisições feitas durante a viagem terrena.
A vida jamais se interrompe nem oferece mudanças espetaculares, pois a natureza não dá saltos.
Cada um leva sua carga de vícios e virtudes, de afetos e desafetos, até que se resolva por desfazer-se do que julgar desnecessário.
A vida é feita de partidas e chegadas. De idas e vindas.
Assim, o que para uns parece ser a partida, para outros é a chegada.
Um dia partimos do mundo espiritual na direção do mundo físico; noutro partimos daqui para o espiritual, num constante ir e vir, como viajores da imortalidade que somos todos nós.
Pensamentos de Victor Hugo (Espírito)
Do livro “A reencarnação através dos séculos” - Lair Lacerda

Minha sogra nos deixou no dia 11 de dezembro - Dia do seu nascimento para a vida eterna.